Entrevista Praxys a Revista Meu Primeiro Negócio

Julho 1, 2009

Entrevista Praxys a Revista Meu Primeiro Negócio

Por Marcellus Casciano

 SITE NO AR TEM QUE APARECER

Praxys Produtora Web

Praxys Produtora Web

Tornar um site visível entre milhares de opções na web pode ser mais fácil do que você imagina. Basta conhecer o funcionamento das ferramentas de busca escolhidas para realizar pesquisas e seguir certas regras capazes de facilitar a procura realizada por esses mecanismos. Quem criar boas estratégias de otimização aumentará bastante as chances de ter sua “Home Page” encontrada.

 

 

De acordo com Reinaldo Luz Santos, diretor de Marketing da Praxys Produtora Web, dominar o uso das palavras-chave é essencial. “Elas são colocadas nos códigos das paginas, invisíveis ao leitor, mas detectadas pelos instrumentos de busca”, explica Santos. Por intermédio delas, por exemplo, o Google lê os principais assuntos abordados em determinado endereço virtual.

 

VEJA COMO MELHORAR SUA VISITAÇÃO

Cabe ao responsável pela tarefa escolher as expressões mais especificas capazes de resumir o conteúdo dos textos ali contidos. Numa companhia de ar-condicionado, adote os termos calor, frio, verão, inverno, ar-condicionado, entre outros. “O desafio é imaginar qual palavra o internauta digitaria tendo em vista encontrar sua empresa”, resume o diretor. Quanto mais concisas e objetivas forem às palavras, maior é a chance de sucesso. Juntas, devem conter em media 255 caracteres – o empresário deve imaginar um conjunto de palavras que, somadas, dêem por volta de 255 toques. A meta é que uma delas seja digitada pelo internauta ao procurar alguma empresa ou tema relacionado.

Semelhantes características têm os vocábulos usados na descrição do site. Ao mostrar a lista de retorno, os buscadores provavelmente exibirão o material redigito no resumo de apresentação. Caso a home Page esteja bem estruturada, a relação incluirá os textos do próprio conteúdo. “É interessante desenvolver descrições a cada, com 255 toques, além da apresentação geral já existente”, acrescenta. Quer dizer: é precisão fazer um resumo descritivo do conteúdo de cada pagina e não apensa um geral da home Page.

 CUIDADOS PARA ACERTAR

 Como o tempo do internauta está cada vez mais escasso e disputado, segundo Reinaldo Luz Santos, diretor de Marketing da Praxys Produtora Web, “ as teorias, conceitos e fundamentos devem ficar em segundo plano. Se a proposta for vender uma imagem ou comercializar produtos ou serviços, é preciso concentrar-se nisso”, afirma.

 ATUALIZAÇÃO

 A renovação das informações depende do ramo de atuação. Enquanto os portais de conteúdo necessitam de agilidade no decorrer do dia, as homes pages institucionais trabalham com mais folga. Mesmo assim, é importante lembra-se de que o ambiente virtual é bem dinâmico e competitivo. “Sites estáticos e desatualizados não fazem o menor sentido comercial, nem beneficiam a imagem da empresa”. Assegura Reinaldo Santos, diretor da Praxys.

VOCÊ SABIA?

O primeiro elemento procurado pelas ferramentas é o titulo dos textos. Quanto mais bem explicativo e posicionado ele for, melhor será o resultado. Acrescentar palavras-chave relacionadas ao tema ajuda mais ainda. Apesar de toda a eficácia dessa tecnologia, ela não é capaz de ver fotos (nem arquivos flash), mas pode “ler” aquela área. Então, contextualize a foto inserindo textos alternativos. “Toda imagem deve ter um parágrafo; o texto aparece quando colocamos o mouse em cima dela”, explica Reinaldo Santos.

Outra artimanha é pensar tanto na posição quanto no destaque das palavras. Os mecanismos de busca dão maior importância às existentes no inicio e no fim dos códigos das paginas, alem das ressaltadas em negritos, pois são consideradas relevantes. A partir de agora, ao usar as palavras com inteligência, você chamará muito mais atenção no mercado.

Marcellus Casciano

 


CRM, você ainda vai ter um em sua empresa

Abril 20, 2009

O que é CRM e em que ele pode ajudar sua empresa?

A sigla CRM vem do termo inglês “Customer Relationship Management” abrasileirado para “Gestão de Relacionamento com o Cliente”. Mais especificamente a “prática do CRM”, por assim dizer, é um conjunto de ações para captar informações relevantes dos clientes que possam ser convertidas em reconhecimento de oportunidades, melhoria do atendimento e retenção de clientes.
CRM é uma maneira abrangente de gerenciar o relacionamento com clientes para benefício mútuo e duradouro para ambos.

Bons relacionamentos geram oportunidades

Particularmente prefiro trocar o termo “cliente” para “contatos”, ficando com CRM – Gestão de Relacionamentos com Contatos. Isso porque é fato: Todo e qualquer contato de seu circulo social, dependendo de seu negócio, pode ser um possível cliente. E logo, captar e conhecer o máximo de informações de seus contatos e trabalhar esses dados pode ser muito valioso e lucrativo.

A principal função da prática e utilização do gerenciamento de relacionamento com contatos é automatizar uma variedade de processos que identifiquem, categorizem e descrevam cada contato de seu circulo de relacionamentos. Trabalhar com dados que melhorem a qualidade dos relacionamentos profissionais é a estratégia mais limpa e inteligente de manter fluxo de atendimento em nível alto, reconhecer prospects e validar novas oportunidades.

Gerenciar de forma inteligente e estratégica todos os seus relacionamentos, classificando-os em níveis de potencialidade, necessidade de serviços, entre outras informações é investir na criação eminente de relacionamentos comerciais futuros. Qualquer contato pode ser um potencial cliente, fornecedor ou parceiro de negócios!

Ter controle sobre a informação é potencializar geração de negócios

Os processos que circundam a utilização da cultura de CRM são estruturados em bases de ferramentas informatizadas que ajudam a captar, organizar e disponibilizar as informações relevantes de forma a embasar as ações de marketing junto aos contados.

O principio é a estratégia, depois a tecnologia. Trata-se de mudanças de culturas organizacionais e aplicação de processos que vão além das ferramentas ou softwares, os chamados Sistemas de CRM. Mas ainda assim é bem verdade também que os sistemas são parte fundamental da experiência de gestão de relacionamentos com clientes e contatos.

Uma ferramenta de CRM bem estruturada dá subsídios reais para captação de informações sobre as reais necessidades dos clientes, períodos de compras, serviços ou produtos pretendidos ou adquiridos e uma séria de dados valiosos para a melhoria do atendimento, sucesso em vendas cruzadas, maior receita por cliente e ciclos de vendas mais equilibrados.

Como escolher a melhor ferramenta?

Já sabemos então que usar o conceito e as práticas de gestão de contatos pode significar maior lealdade dos clientes, identificação de potenciais novos clientes e evidente aumento de lucratividade. Mas para isso se tornar realidade em seus negócios é preciso investir na aplicação das práticas e numa ferramenta adequada a suas necessidades e expectativas.

Já foi o tempo em que apenas empresas de grande porte podiam pensar em implantar estratégias de CRM pelo alto custo dos softwares e sistemas de CRM. Com o avanço da tecnologia, hoje é possível encontrar soluções sob medida para empresas de menor porte sem perder as principais funções que esse tipo de ferramenta precisa ter para serem eficientes.

Uma boa alternativa para reduzir custos de investimentos é a utilização dos modelos de negócios chamados de SAS, ou “Software As Service” (Software como serviço). Nesse caso não há aquisição de programas, mas sim de planos de utilização de ferramentas pré-moldadas ou personalizáveis e por períodos de utilização.

Também nesse caso, para conter investimentos, é interessante aproveitar a tecnologia da assim denominada “Web 2.0” onde através dela temos os softwares 2.0 e o modelo ASP (Application Service Provider) com aplicações totalmente baseadas na web. Com elas, ao invés da necessidade de instalações complexas e configurações de programas desktop, o “software 2.0” fica online e acessível de qualquer computador com conexão a web. Isso reduz custos, facilita o acesso por vários usuários, garante integridade de dados e disponibiliza os dados de forma mais fácil a todo e qualquer lugar e momento.

Além disso, é preciso estar atento as funções das diversas ferramentas de CRM existentes. Os subsistemas mais básicos que fazem parte dessa classe de ferramenta web, para gestão de relacionamentos com clientes, são de controle de dados de empresa, dados pessoais dos contatos, gerenciamento de tarefas, identificação de oportunidades, gestão de serviços realizados e muito mais.

Com certeza, aplicar práticas de CRM com assertividade traz resultados certos e gera crescimento. Para fazer a melhor escolha, na medida certa para o seu negócio, pesquise o assunto e procure uma empresa que lhe dê suporte e assessoria confiáveis e com qualidade de serviços. Boa sorte e cultive relacionamentos, pois as pessoas são sempre a base de tudo!

Se você se interessou sobre o assunto conheça o GUARDIÃO, uma poderosa ferramenta de gestão de contatos que pode ajudar sua empresa a dar os primeiros passos na prática de CRM ou controle de dados e informações. Para mais informações visite o site: www.praxys.com.br/oguardiao

Reinaldo Luz Santos
reinaldo@praxys.com.br


Dicas para um site eficiente

Maio 26, 2008

Mais que ter um canal web de divulgação de seus serviços e empresa, é importante que esse canal seja funcional e eficiente. Hoje, mais que um luxo, ter um site é uma necessidade. Seu site pode jogar contra ou ser uma importante ferramenta complementar para seus negócios.

Ter uma agência ou produtora de confiança e talentosa é um primeiro passo certeiro para chegar a esse objetivo. Para saber se seu site foi feito ou está em mãos conhecedoras veja se ele segue algumas dessas dicas. Se o profissional ou empresa que está cuidando de seu site conhece e aplica boa parte desses conceitos você está no caminho certo.

O site bem estruturado, com conteúdo relevante, arquitetura bem desenhada, publicável dinamicamente e com usabilidade eficiente devem ser o conjunto de elementos para converter a visita em aceitação e o visitante em cliente.

Uma coisa é certa: Se seu site não atende a esta demanda, algum concorrente irá atender…

01. Qual a missão do seu site?

Um bom site não é apenas bonito. Para ser eficiente um site deve fazer bem o que se propõe, divulgar os serviços e ou produtos da empresa. Estabelecer objetivo principal do site é fundamental para fazê-lo cumprir sua missão.

Um bom site não é apenas um folder eletrônico, deve ser um canal de relacionamento com os clientes. Cada segmento de negócios possui características que definem o tipo de conteúdo que o cliente procura no site. Consultorias devem divulgar artigos e notícias, empresas de treinamento podem divulgar calendários de cursos e lojas de equipamentos eletrônicos podem divulgar dicas de uso.

02. Cuidado com as piruetas e animações em flash!

Animações exageradas e efeitos especiais já foi moda, mas a tendência não pegou quando a internet passou a ser comercial. Mais importante que imagens sofisticadas e demonstrações de flash, seu site deve ser direto e respeitar o tempo do visitante. Use sim imagens e animações, mas sem dar a elas mais importância que o seu negócio.

03. Site desatualizado é como uma revista velha.

Se um visitante entra em seu site uma vez e vê um conteúdo e depois de um período entra a segunda novamente e vê exatamente o mesmo conteúdo, ele não perderá o tempo entrando a terceira.

Mesmo que seja difícil, é importante que seu site traga atrativos aos visitantes para que ele se interesse em voltar e ao ver o conteúdo entenda que há uma atualização constante.

04. Administrar o conteúdo do seu site não deve ser um trabalho penoso.

Completando o tópico anterior, ao sabermos o quanto é importante manter os conteúdos de seu site atualizado é necessário compreender também que esse trabalho não deve ser foco principal e muito menos despejar grande esforço e tempo. Para isso os sistemas de administração de conteúdo já comuns e obrigatórios. Escolha uma empresa que tenha um sistema gestor de conteúdos que seja confiável, flexível e fácil de usar.

05. Para o site o usuário é o cliente e deve ser levado em consideração.

Um bom site é aquele que respeita, entende e prioriza a usabilidade amigável e clara. Quando falamos de usabilidade falamos da experiência que o usuário terá ao navegar em seu site. Plataformas alternativas, com efeitos complexos e difíceis de usar podem ser interessantes para concursos de designers, mas para a internet comercial a compreensão do usuário deve ser o foco principal da construção de um site.

Lembre-se de dar atenção aos diferentes tipos de usuários. Dar opções claras de como voltar a primeira página, página anterior, opção de ampliar o tamanho da letra ou ouvir o texto em mp3 pode ser um diferenciais caprichosos que os mais velhos vão valorizar e muito.

06. Arquitetura da informação gera sites eficientes e, mesmo complexos, fáceis de navegar.

Seu site é fácil de navegar? O visitante encontra facilmente o que deseja?

A arquitetura de informação é o planejamento correto de como a informação deve ser estruturada de modo que a navegação seja simplificada. Com isso, mesmo um site com muito conteúdo parece simples de navegar.

07. Compreenda a importância dos elementos do seu site.

A usabilidade está relacionada à facilidade que o visitante tem ao navegar no site. O link está corretamente destacado? A imagem do banner possui um link para mais informações? O link da imagem em destaque está CLARAMENTE fácil de identificar como LINK? Essas são apenas algumas questões a avaliar, mas tão importante quanto isso, identificar quais elementos e informações dar mais destaque é também fundamental.

08. O site bom mesmo é o site visitado.

Seu projeto web também precisa ser planejado para ficar bem posicionado no Google e em outros mecanismos de busca. Pesquisas mostram que os mecanismos de busca estão entre os primeiros canais para se chegar a diferentes sites. Mas esse é um assunto complexo que merece atenção. Para saber mais sobre isso leia mais sobre otimização de sites para melhoria de posicionamento em mecanismos de busca.

09. Promova a interatividade entre sua empresa e os visitantes de seu site.

Conversas unilaterais sempre foram o fraco de antigas mídias. A internet veio para facilitar a interação, use desse recurso em seu site. Dê opções ao usuário de se comunicar, seja para pedir-lhe informações, expressar opiniões ou para fazer contatos diretos comerciais.

Para isso, o fundamental é uma página de contato com o máximo de opções possível. Um formulário objetivo e simples de contato, telefones, e-mail principal, Skype ou MSN se possível e endereço.

Além disso a comunicação nos blogs corporativos já é bem usada e eficiente para gerar essa interatividade.

10. Escolha um bom fornecedor.

Todo esse conhecimento é superficial. É importante saber desses detalhes, mas um bom site deve ser feito por um bom profissional.

Lembre-se que o barato muitas vezes sai caro. Ao invés de pessoas com promessas baratas, prefira uma empresa com experiência comprovada. O melhor é confiar em uma empresa especializada, onde você poderá contar com um profissional de desenho de estrutura, programadores e designers, todos empenhados em usar o melhor da tecnologia disponível com o conhecimento nivelado de cada técnica.

A dica é pesquisar uma boa empresa, pedir depoimentos sobre seu trabalho e ver o portfólio de projetos realizados.

O site bem feito é aquele que atende aos requisitos técnicos atuais, que tem objetivo claro e que consegue converter visitante em cliente. Para saber mais sobre esse assunto visite o site da PRAXYS Produtora Web, no endereço www.praxys.com.br.

Reinaldo Luz Santos


12 ótimas razões para fazer e-mail marketing

Maio 26, 2008

As campanhas na web são cada vez mais reconhecidas como valiosas e eficientes para divulgar serviços, marcas e produtos para diferentes perfis de públicos. Para que você entenda por vale a pena investir nessa ferramenta de divulgação, veja alguns ótimos motivos para você pensar seriamente em começar a fazer e-mail marketing.

01. Porque você fará sua empresa ser lembrada periodicamente.

Pense em quantos sites visitamos todos os dias. Embora você possa apresentar uma vez seu site a um cliente, a probabilidade de ele ser lembrado daqui duas semanas é remota. Já com o e-mail marketing você se fará lembrar periodicamente.

02. Porque o Brasil tem mais de 32 milhões de usuários de internet.

Imagine quando dessa fatia sua empresa hoje cerca e o quanto pode vir a cercar usando a força o e-mail marketing.

03. Porque as pessoas passam grande parte do dia de frente ao seu canal de divulgação.

O Outlook é ferramenta importante para o trabalho de grande parte das pessoas e essas passam praticamente as 8 horas de trabalho diário em frente a ele.

04. orque a comunicação chega em tempo real ao seu público alvo.

Através de uma newsletter bem feita, seu cliente pode, com apenas um clique, ir até a sua empresa, comprar e interagir imediatamente com ela no site.

05. Porque as vendas aumentam com as campanhas web.

Pesquisas de casos de sucesso provam que as vendas aumentam imediatamente após o envio de um e-mail promocional para uma lista de destinatários que são foco da empresa.

06. Porque o e-mail é uma comunicação limpa e correta.

Ao contrário do panfleto, da mala direta impressa e do folder, o e-mail é uma comunicação limpa, deletável com uma tecla ou aceita com um clique.

07. Porque o telemarketing ativo e incomodo está com os dias contados.

Quando bem feito, ao contrário de uma ligação de telemarketing, o e-mail não incomoda na hora errada, pois é o usuário que define quando ler e quando aceitar ou não o produto e serviço.

08. Porque a internet já um canal de vendas forte para muitas empresas.

Pesquisa recente do Ibope, da NetRatings e Camara-e.net mostrou que 4 milhões de pessoas já fizeram uma compra on-line com investimento médio de R$ 297,00.

09. Porque as pessoas se cadastram e com certeza esperam novidades.

64% costumam se cadastrar em sites para receber e-mails com informações e promoções. Essa comodidade de aguardar as informações de diferentes canais é o grande atrativo dessa ação.

10. Porque é possível ter a informação exata de quem se interessou em sua campanha.

Quando feito com ferramentas profissionais e empresas eficientes, os seus relatórios de envio, leitura e cliques são informações quentíssimas para a área comercial saber quais clientes tiveram interesse por determinada campanha.

11. Porque o resultado é imediato.

O resultado é imediato, podendo ser medido e avaliado em números reais. As vendas crescem, a fixação de marca se fortalece, a visitação ao seu site aumenta e o seu banco de dados e contatos pode ser multiplicado em muitas vezes e mais ativamente.

12. Porque é uma forma de divulgação que está ao seu alcance.

Houve um tempo em que somente as médias e grandes empresas tinham possibilidade de se divulgar. Mas hoje isso mudou, pois em comparação a outras mídias, fazer campanhas de e-mail marketing é incrivelmente barato.

Pois bem. Agora você tem os dados, a informação e as vantagens. O que está esperando para começar a planejar suas campanhas de e-mail marketing?

Entre em contato com a PRAXYS Produtora Web e saiba mais sobre criação e sobre nossa ferramenta de envio e relatórios de e-mail marketing.

Reinaldo Luz Santos

www.praxys.com.br


O que você faz com um conselho? E com uma informação?

Janeiro 14, 2008

Todos os dias dezenas de mensagens diretas, indiretas ou subliminares chegam até você. Alguns ditados populares falam da invalidade dos conselhos, dito baratos e sem valor de venda. Mas eu pergunto, que comparação nós temos a cerca de um conselho e uma mensagem informativa? Quando discerni-las? Qual a sua correlação?

A minha resposta é nenhuma. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra!

Os bons conselhos são ótimos a quem sabe ouvir e usar. E como dizem os ditados são nada, nem valendo dar ou vender, no caso de não sabermos colocar em prática nem sequer ouvir. Um conselho tem valor subjetivo a cada pessoa.

Mas informações nada têm em comum com conselhos, bons ou ruins, informações são como livros, estão lá para outra categoria de pessoas se valerem deles. Não são chutes, preceitos ou experiências individuais apenas, normalmente são fatos. Não quero aqui diminuir os conselhos, deles me fiz muito preenchido muitas vezes, só quero separá-los das informações que são muito mais objetivas e porque não dizer mais valiosas.

A primeira pergunta nem é o foco aqui, a pergunta maior é: Sabendo da valia das informações que a você chegam todos os dias, sabendo da importância que cada uma delas pode ter em sua vida ou área de atuação profissional, qual é a atenção que você dá a essas informações?

Vou facilitar e direcionar seu raciocínio. Você pode me responder o velho e imparcial “Depende”. Sim, depende da informação, depende se é uma informação boa, se é real, etc.

Então eu digo, avalie-a oras!

Se nós estamos falando de um mundo onde o conhecimento, o preparo profissional e pessoal são fatores cada vez mais decisivos em nossas vidas e carreiras, estamos falando então que todas as informações, dicas e até os velhos conselhos devem ser levados em consideração antes de serem descartados, certo? Estamos então falando que tudo que a nós chega é digno de avaliação!

Então, avalie! Avalie inclusive esse artigo antes de descartá-lo, avalie antes de discordar ou concordar.

O consenso é que toda e qualquer informação, dica, sugestão ou conselho é passível e talvez até de obrigatório dever ser analisado, avaliado e ponderado. Qual o grau de avaliação é algo, ai sim, subjetivo dependendo do conhecimento de causa ou teor da informação. Mas é outro fato para os inteligentes, toda e qualquer informação é válida e merece ser avaliada!

Perfeito, até aqui estamos “chovendo no molhado”. Informação tem valor e merece ser no mínimo avaliada.

Então me diga: O que você faz com as informações que chegam a você? Qual o destino das dicas que passam por seu crivo de valor?

Quando chega a você de alguma forma um artigo sobre a importância de se fazer e avaliar as estatísticas de venda de sua empresa, você começa a fazer isso no dia seguinte ou aguarda o recado do mercado?

Quando você recebe dezenas de sugestões de leitura, documentários, filmes ou estudos você procura se informar, busca pelo menos algumas das dicas ou fica aguardando o resumo chegar a você?

Quando alguém avalia sua vida de forma brusca e direta, mas assertiva mostrando o resultado que você colheu em comparação a outras pessoas do seu antigo grupo, você pára para pensar em planos de mudar a situação em que se encontra a anos ou espera que as coisas mudem por sorte?

Quando você recebe uma lista de acertos e erros de seu amigo, cliente, chefe ou superior hierárquico você revoluciona sua rotina e pensamento pra resolver os pontos negativos e aprimorar os positivos ou aguarda passivamente a avaliação do próximo período para ver se algo mudou?

Quando você ouve em algum lugar – bar, escritório ou roda de amigos – sobre alguma novidade, informação interessante, tema crucial de discussão, obra ou qualquer grande assunto do momento você corre pra se informar, gera uma visão superficial ou fica esperando alguém mastigar logo essa chatice pra você?

Quando, dos assuntos superficialmente conhecidos, se fazem presentes em alguma conversa pública, festa, reunião ou encontro, você saca das teorias resumidas que gerou em alguns minutos de analise para se mostrar atualizado ou simplesmente fica quieto se mostrando neutro e pouco interessado?

Responder a essas perguntas é bem fácil, em quase todas tenho certeza que você optaria hipoteticamente pelas respostas certas. O grande problema é quando o jogo passa a ser real e os ocorridos passam para a vida real. Dar o valor aos então avaliados conselhos ou informações que nos chegam é tarefa quase sempre falha da maioria das pessoas. E a falha passa sempre pela falta de ação perante a teoria agora conhecida.

A grande questão que, quando mais jovem eu não entendia, é que existem coisas que só dependem de mim fazer. Um consultor de marketing usa essa teoria para nos avisar das teorias que a nós chegam e que só dependem de nós colocar em prática.

As mais belas mensagens nos povoam as mentes o tempo todo. Os mais eficazes discursos sempre nos pegam de desaviso nas horas mais certas. As incríveis passagens bíblicas aparecem como milagre nas horas que precisamos. Os livros certos nos cercam, os amigos perfeitos se fazem presentes, os familiares nos dão força.

E assim gira o universo, informações estão sempre nos rodeando. Mas quando resolvemos fazer? Quando resolvemos usar? Quando resolvemos entender de verdade? Ah, talvez amanhã ou depois se der tempo.

Talvez depois que eu ver aquela nova comédia do Jim Carrey ou assistir aquela reprise do último capítulo da novela. Talvez depois que eu der aquela dormidinha, talvez depois que eu ler aquele e-mail engraçadíssimo. Quem sabe no próximo mês, no início do próximo verão. Ou talvez depois que eu terminar coisas menos importantes, porém mais gostosas. Puxa, mudar nosso modo de agir e pensar é tão pesado, preciso me preparar, talvez na próxima crise financeira ou de identidade eu tenha mais forças.

O tempo é cruel, enquanto nós dormimos, ele não pára. Enquanto deixamos pra depois ele nos cobra silenciosamente e nos castiga com as marcas da não conquista. Mas que crueldade, ninguém nos ajuda, dando-nos empurrões todos os dias ou nos avisando das conseqüências dos nossos desleixos.
É por isso, é porque existem coisas que só dependem de nós fazermos. Por mais que as boas mensagens nos cheguem, que as boas pessoas nos avisem de vez, que Deus nos dê pequenos recados, se não fizermos o que deve ser feito no final conselhos e informações caem no mesmo balde da nossa imensa coleção de teorias. Existem coisas que só dependem de você fazer ou não.

Vou dar um conselho, uma dica ou apenas lhe passar uma informação que você pode usar como quiser:

Não acumule muitas centenas de TEORIAS! Aprofunde-se e gere experiência prática.
Terá muito mais valor colecionar meia dúzia de AÇÕES inteligentes das poucas lições que entendeu do que dezenas de teorias superficiais.

Se é que compreendeu a diferença da informação e do conselho, repito a provocação inicial:

O que você vai fazer com os conselhos que chegam a você?
O que você vai fazer com as informações que chegam a você?

Nem precisa responder, sequer a si mesmo se não quiser, pois existem ações que só dependem de você.

{ Por Reinaldo Luz Santos }
30 de Julho de 2007


Uma coisa de cada vez e bem feito!

Janeiro 14, 2008

A maioria das pessoas passa o dia tentando fazer mil coisas enquanto que outras fazem. É muito comum em ambiente de escritório você se deparar com dois tipos de profissionais, um que está sempre bagunçado e tentando dar conta de suas tarefas e outro, organizado e calmo que consegue fazer tudo a que se dispôs.

Existem pessoas que culpam chefes e clientes pelo número de coisas que precisam entregar todos os dias. Um profissional que não consegue entregar grandes quantidades de tarefas está sempre procurando a solução no escritório para um problema que está nele mesmo. A questão é que esse profissional não consegue pensar em algo muito simples: Fazer uma coisa de cada vez!
Enquanto uma pessoa está correndo tentando entregar algumas poucas tarefas, a outra está entregando vários relatórios, pesquisas, orçamentos e ainda arrumando tempo pra um cafézinho com os colegas de trabalho ou até para ajudar um outro em seus afazeres. Essa pessoa é o senhor do seu tempo, ela controla cada minuto e sabe que a maneira certa de fazer algo é fazer só aquilo.

Outra grande diferença do profissional eficiênte para o atrapalhado é que ele se dedica totalmente a cada tarefa e faz todos os seus compromissos com qualidade. Para ele cada tarefa é primordial. Um simples e-mail é feito com qualidade e cuidado.

Para tarefas importantes, tente fechar a porta da sua sala, fechar outros programas e deixar aberto apenas o editor de textos. Quando for fazer uma pesquisa, fecha o programa de e-mails. Quando for planejar algo, feche todos os navegadores. Você verá a diferença.
Um profissional eficiente escreve bem, tem bom raciocínio para colocar suas idéias. Um profissional escreve bem porque lê bem. Ele é o tipo de pessoa que quando pára para ler algo, pára mesmo!

Quando você pratica a leitura, você conhece as acentuações, regras gramaticais e de expressão muito melhor do que nos tempos da sua professora chata de primeiro grau. O maior aprendizado de escrita e leitura é na prática. Se você quer escrever bem, escreva. Se quer saber escrever, saiba ler!

Resumindo, não se esqueça:

- Quando tiver muitas tarefas no dia, lembre-se de fazer uma de cada vez.
- Quando decidir fazer algo faça com qualidade.
- Defina suas tarefas e quando começar uma, pare tudo.
- Faça várias coisas ao dia. Mas nunca faça várias coisas ao mesmo tempo.
- Para escrever bem, é preciso ler bem!
- Exercite a escrita com seu próprio raciocínio. Treine sem usar cópias, pense e coloque no seu texto.
- Para ter certeza de que escreveu bem se coloque a prova. Peça a opinião de seus colegas.
- Sempre que terminar um texto leia-o com calma.

{ por Reinaldo Luz Santos }


Para cada escolha, há um caminho que somos levados

Janeiro 14, 2008

A mente humana é “expert” no poder de divagar e cada um de nós deve aprender a domar os próprios pensamentos. Existem pessoas que, ao mesmo tempo em que estão trabalhando ou desenvolvendo alguma atividade, desejariam estar em outro lugar ao invés de curtir ou se dedicar pra valer aquele momento. Chegam a visualizar pessoas e situações diferentes e se convencem de que não deveriam estar onde estão.

Muitas chegam a sentir o amargo gosto da frustração sem se dar conta de que foram suas próprias decisões que fizeram chegar onde estão. É claro que devemos levar em consideração uma série de fatores, mas a verdade é que se você está onde está, a escolha foi sua.

Existem muitas justificativas e você pode até encontrar uma para se isentar da responsabilidade e afirmar “que não teve opção”. A necessidade de sustentar a família, precedente familiar, falta de dinheiro ou outras situações podem ter convencido você de que não havia outro caminho e que aquilo que você faz hoje é conseqüência de “falta de alternativa”. Mesmo assim eu continuo afirmando que a decisão foi sua, pois sempre que se opta por um caminho, abre-se mão de outro. O caminho ou a situação que se encontra hoje é responsabilidade só sua! Mesmo que a sua opção tenha sido por falta de ousadia, insegurança, falta de atitude ou qualquer outro motivo, o fato é que, para cada escolha, há uma renúncia.

Há pessoas que carregam o sentimento de frustração por não serem ou fazerem tudo o que gostariam e se lamentam por sua trajetória de vida. Muitas crêem que não têm mais tempo para voltar atrás e se mantêm inertes. Muitos acham que não podem mudar sua situação com mudanças drásticas.
Caso seja esta a sua situação, pare e refaça suas escolhas. Ficar acomodado por acreditar que não há mais chances é uma decisão, e ela pode ser diferente. Faça novas opções, mude as alternativas, inicie um novo caminho a partir deste momento, re-desenhe suas atitudes.
Porém, lembre-se de que, para cada escolha, há uma renúncia. Não queira abraçar o mundo. Faça uma coisa de cada vez. Coloque seu foco no que verdadeiramente deseja realizar ou ser, vá à luta e aproveite ao máximo o resultado de suas próprias conquistas.

{ Reinaldo Luz Santos – Out / 2005 }


A equação da Ação x Reação

Janeiro 14, 2008

Esta lei da física é perfeita e funciona mesmo! De cada ação que fazemos, temos a reação correspondente.E neste mundo é assim, as pessoas em todos os caminhos e sentidos são sinônimas de suas ações, elas estão hoje exatamente onde suas ações as levaram. E amanhã igualmente, elas estarão na exata situação que suas ações as levarem. Bem ou ruim, são as pessoas as responsáveis por seus estados, situações, problemas ou sucessos.

Focando profissionalmente em ações boas e certeiras, iremos colher reações também boas. É o mesmo princípio do plantando se colhe, se não plantar nada irá colher. E é bem isso que as empresas (todas) desejam hoje, pessoas com iniciativas, que tenham ação, pois um dia tem que ser diferente do outro anterior, tem que ser mais rico, mais prazeroso, superior ao dia anterior e cheio de ações e resultados positivos.

Nós, seres humanos, necessitamos evoluir, crescendo e aprendendo, e isso demanda ação, pois sem ação, nada acontece e o seu hoje será igual ao ontem.

A grande chave dessa questão parece ser a ligação entre o pensamento e o real, entre o desejo e a ação, entre a vontade e o passo dado.Quando um homem conseguir unificar todos seus desejos com a forma com que se coloca em movimento rumo a esses desejos, esse homem alcançou essa chave mestra que nos faz alcançar os objetivos. Essa chave é a equação matemática, simples e provada em qualquer lei astral ou fisica, é a equação que junta a vontade de fazer com o fazer mesmo e finaliza com o RESULTADO alcançado!

{ Por Reinaldo Luz Santos }


Quando força de vontade e espiritualidade fazem a diferença para superar desafios

Janeiro 1, 2008

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Fui convidado por Cristina Aiach Weiss do “Portal THE NEW LIFE” para escrever um artigo que relatasse alguma fase de nossa empresa com o tema “Dificuldade e Superação”. O resultado você pode ver abaixo e noo portal www.TheNewLife.com.br.

 

A história de superação da Praxys

Meu nome é Reinaldo Santos, sou publicitário e designer, tendo minha carreira focada em criação e gestão de projetos web, aos 28 anos resolvi apostar meus conhecimentos em uma empreitada empresarial. É aqui que começa minha história.

Comecei minha carreira aos 16 anos como estagiário na área de criação, em agências de publicidade. Na época trabalhei como redator Junior e designer gráfico. Em pouco tempo, com o surgimento da web comercial, migrei meus estudos para a área e cresci profissionalmente na como designer de interfaces, desenho da informação, modelagem de dados e estrutura de conteúdos.

Em 1999, já depois de bem encaminhada minha carreira com participação em empresas de internet, inclusive tendo passado pela enriquecedora fase da bolha da internet, eu estava à frente de uma equipe de designers e redatores de um portal de conteúdos quando percebi que era o momento de abrir meu próprio negócio. Resolvi iniciar uma empresa produtora de sites e soluções web.

Começa minha aventura como empresário

A idéia foi sendo cultivada aos poucos entre um colega de trabalho, na época gerente de tecnologia da empresa onde eu estava e um amigo de infância, também conhecedor da área. O nome da empresa caiu muito bem, principalmente por meu apresso pelo conceito práxis de Marx. Assim nasce a PRAXYS Produtora Web com força e experiência em desenvolvimento, criação e sistemas para gestão de conteúdos.

No começo tudo funcionou muito bem. Começamos em um conjunto muito pequeno, apenas uma modesta sala no bairro de Santo Amaro e três computadores usados. A empresa era eu e meus dois sócios. Nós fazíamos tudo, desde a parte administrativa, o desenvolvimento até a parte comercial.

Infelizmente, a primeira queda veio à base de traição

Aos poucos fui entendendo que a vida empresarial não é para qualquer um. Muitos desafios ainda me esperavam e a primeira queda veio já no primeiro ano de empresa. Hoje um querido amigo sempre me lembra que sociedade é como casamento. Quisera eu saber disso naquela época. Escolher um colega de trabalho como sócio, puramente pelas afinidades de conhecimento técnico foi um passo mal dado.
O duro golpe veio quando descobri que esse sócio negociava valores maiores para os projetos que fazíamos e depois de entregues, feitos com muito suor, ele ficava com o lucro escondido para ele. Eu e meu amigo de infância esperamos ter certeza do que estava acontecendo e o colocamos na parede. Depois de termos falado de toda a sujeira e depois de um clima terrível ter se estabelecido, o caminho não poderia ter sido outro, cordialmente o convidamos a deixar a empresa e ainda pagamos a parte dele na sua saída.

Deixamos o primeiro e escritório e começamos tudo do zero novamente. Mudamos a empresa para a zona norte de São Paulo. Na verdade mudamos pouca coisa, porque tínhamos quase nada. Alguns computadores, nenhum funcionário e um ou dois clientes muito pequenos.

Uma grande ajuda que veio para somar

Nessa nova fase se junta a nós um grande amigo, Jefferson Amado, que antes nos ajudava na área comercial. Como estávamos começando tudo novamente, ele entra na sociedade, o que fortaleceu a administração, nos deu gás novo e também levantou a parte pessoal que estava abalada. Uma segunda ajuda fundamental veio através de uma antiga amiga que veio para ser nossa parceria de negócios mais forte.

Entramos então em uma fase de grandes progressos. Em cinco anos de empresa crescemos bem. Estudamos muito sobre a vida empresarial, aprendi muito sobre gestão de pessoas, aprimoramos formas de controle financeiro, treinamos equipes e conquistamos clientes. A teoria que eu havia conhecido lá atrás e não pude aplicar, sobre atendimento de qualidade, foi aprimorada com ajuda desse novo amigo e agora sócio. Foi então que conhecemos o conceito de rede de relacionamentos e sua importância para criar fontes fortes de negócios e novas oportunidades.
Novos desafios vieram, mas sabíamos como enfrentá-los. O problema dessa vez, como a maioria das empresas e pessoas, foi conhecer o conceito e não aplicá-lo. Os nossos grandes clientes vieram dessa parceria, essa sim tinha os grandes contatos e nos repassava os projetos. Foi ai que acomodamos. Tínhamos bons projetos, ganhos garantidos todo mês e nosso nome começou a ser conhecido no mercado como confiáveis, criativos e de atendimento diferenciado.
Atendemos projetos do governo e, por atendermos muito bem, fomos indicados, sempre por essa empresa parceira que também fazia seu nome, para projetos cada vez maiores. Com eles ganhamos prêmios da internet e saímos em mídia especializada.

A segunda e mais dura queda

Minha segunda queda como empresário não veio de repente. Foi anunciada aos poucos com o desgaste com essa empresa parceira. Na verdade, como costumo dizer, empresas são feitas de pessoas e o desgaste foi pessoal. Minha parceira de negócios tinha uma visão diferente da minha, nunca saberemos dizer se correta ou errada, apenas bem diferente. O fato é que a relação murchou e a parceria também. Nossa parcela no erro foi não agir enquanto os projetos estavam se esvaindo pela quebra da parceria.

Conclusão, em oito meses após o rompimento oficial da parceria, que era nossa área comercial, nossa produtora estava de novo em um mau momento. Tínhamos sete funcionários e a parte pior foi dispensá-los um a um. Sempre víamos nossos colaboradores como pessoas próximas, com quem nós passávamos uma boa parte de nosso dia e vê-los indo embora foi bem difícil.

Com todo o clima de quase falência, com as dividas aumentando e toda a possibilidade das coisas só piorarem agora foi meu sócio e amigo de infância que não agüentou o peso da situação e resolveu sair da sociedade. Inicialmente achei um abandono de barco, mas depois seguindo ensinamentos de teorias que sigo, percebi que cada tem seu limite e respeitei o dele.

Como dizem, quanto maior, maior a queda e realmente dessa vez a coisa foi feia. Tivemos de desfazer de pequenos projetos que não conseguiríamos mais atender, entregamos o escritório e levamos todos os móveis e computadores para a casa da minha irmã, que tinha um quarto extra. Aliás, sua ajuda foi fundamental para nossa sobrevivência.

Agora só nos restava curtir a fase ruim

Eis os fatos. Estávamos apenas eu e meu amigo Jefferson sem funcionários, sem escritório, sem telefone comercial, sem dinheiro, sem clientes e com todas as nossas coisas empilhadas em um quarto na casa da minha irmã. Sem as festas, eventos e passeios, os ditos “amigos” sumiram todos, só restavam dificuldades e pouca gente para ajudar.

Com todo esse momento difícil não demorou muito para que o baixo astral senta-se ao nosso lado tentado ser um companheiro inseparável. Direcionamos o antigo telefone para a casa de minha irmã e tentamos ao menos dar suporte aos poucos clientes que restaram.
Estávamos então em uma situação que muitos empresários em começo de empresa já passaram.
Imagine nossa conversa ao telefone com alguns clientes, tendo ao fundo a cadelinha de minha irmã latindo querendo brincar. Imagine o quanto fugimos de clientes que queriam nos visitar. Tínhamos de dizer que estávamos de mudança para um novo escritório. Montamos dois computadores e tentamos organizar a bagunça em meio a caixas, aperto e carros buzinando na janela desse quarto. Na hora do almoço descíamos, comprávamos um lanche e sentávamos no quintal com ar distante, depressivos na verdade… Pensávamos: O que havia acontecido? Porque caímos tanto? Por algumas semanas de dezembro de 2006 esse era o questionamento que nos angustiava. O clima de natal só ajudou para nos derrubar ainda mais, pois nem presentes para a família nós podíamos comprar.

Hora de agir e colocar o conceito práxis pra funcionar

Muito resumidamente, no marxismo, a práxis se identifica como atividade filosófica e é a união mais intensa da teoria com a prática colocada em seu real valor, o uso.

Muito já havíamos lido sobre histórias de superação, resgate da auto-estima, reconquista do status e grandes aventuras de empreendedores que desceram ao fundo do poço e voltaram ainda mais forte. Era hora de fazermos a nossa história.

Com muita analise da situação e uma ajuda fundamental de nossa família e companheiras, que nos deram toda a força de que precisávamos para renascer, percebemos que nosso desafio não era contra a falta de dinheiro, nem contra os clientes que sumiram e muito menos contra as poucas condições de trabalho em que nos encontrávamos. Nosso maior desafio era interno! Resgatar nossa auto-estima e nossa força interior era a grande luta que estávamos por enfrentar.

Começamos a trabalhar muito para reconquistar antigos clientes, evitando falar de nossa situação e apenas ressaltando o bom trabalho que sempre fizemos. Voltamos a prospectar novos clientes e no final do dia fazíamos sozinhos os trabalhos e tarefas que tínhamos. Janeiro de 2007 também foi bem complicado, corrido e de muito trabalho.

Junto com muito trabalho, começamos um processo intenso de resgate de valores. Eu sempre me identifiquei muito com filosofias orientais, faço yoga, leio a Bíblia e acredito em um Deus que rege o universo com inteligência e bondade infinita. Tudo que eu já conhecia eu tive que colocar em prática como nunca antes. Meditando muito, buscando as respostas certas, apoiando-me completamente nas pessoas que estavam ao meu lado verdadeiramente – minha mãe, pai, irmãs e namorada – e entendendo a situação em que me encontrava pude me colocar novamente em equilíbrio e encarar as barreiras com muito mais força.

Mesmo falando de problemas financeiros e difíceis caminhos empresariais, assuntos tão voltados mais a estratégias e decisões lógicas, é impossível não termos chegado a conclusão que o que nos faltava para vencer novamente era fé em Deus. E foi essa fé que nos colocou de volta no jogo. Foram dias, semanas e meses de reclusão e profundo reencontro com Ele, que nos fizeram vivos e cheios de energia novamente. Mesmo sendo óbvio para alguns, não foi fácil para nós perceber que nossa virada não dependia mais de nosso conhecimento técnico ou inteligência humana e sim de um reencontro com a maior Força do Universo.
Quando percebemos que nossa inteligência e força, sozinhas, não eram nada sem essa comunhão com Deus, foi que conseguimos fazer aflorar e fazer real tudo que o universo nos preparava.

Enfim a volta por cima

Oito meses de declínio tendo de dispensar bons profissionais, entregando escritório e vendo tudo desmoronar. Mais quatro meses de uma quase falência, de uma briga intensa contra os sentimentos de derrota, de um forte conflito interno contra nossas fraquezas. Um final de ano difícil e muito diferente dos últimos anos. Tudo isso depois, começamos finalmente a nos levantar.

Os passos seguintes que conseguimos dar não foram conseqüências de estratégias ou planejamentos apenas. Os passos fundamentais para nosso retorno como empresa foram presentes da força que tivemos de pessoas que provaram nos amar e principalmente fruto da fé que reconquistamos em Deus.

Em Março de 2007 estávamos com escritório novo totalmente renovado para começar a trabalhar intensamente. Contratamos dois grandes profissionais de força e com muita vontade de crescer conosco, um deles era uma bem-vinda novidade, um dos poucos ou o único amigo que esteve ao nosso lado nesse período difícil, Márcio Monteiro.

Hoje, já em 2008, estamos de novo nos trilhos do crescimento, com clientes e projetos batendo a nossa porta novamente. Agora vemos aquela fase como a maior das lições que tivemos. Não só aprendemos a valorizar cada vitória, cada novo projeto, como aprendemos a unir nosso conhecimento empresarial com nossa espiritualidade e fé em Deus.
Hoje sei que, se ainda passamos por alguma dificuldade, é porque estamos deixando de usar algumas das lições que já conhecemos.

É por isso que, em tempos de mil mensagens na internet de lições replicadas, em tempos de filmes e livros de conceitos sintetizados, aprendemos que de nada basta conhecer teorias ou boas lições. Aprendizado e experiência são o que nos fazem entender as lições da vida. Colocar em prática o que se aprende ainda é mais importante do que o acumulo de mil teorias.

Hoje a PRAXYS Produtora Web é mais que paredes e máquinas, a Praxys é feita de pessoas que conhecem o valor das experiências. Sucesso está ao alcance de todos que possam unir seus valores humanos com a força infinita que vivifica o mundo e o universo inteiro. Tenho certeza que novos desafios virão, mas eu os verei de outra forma, apenas como fases que me levarão a novos aprendizados de crescimento e evolução.

Para saber mais sobre nossas vitórias, sobre nossas conquistas e sobre as pessoas que fazem nossa história, visite nosso site em www.praxys.com.br.

Sucesso a todos!

Reinaldo Luz Santos

Praxys Produtora Web
www.praxys.com.br


Sugestões de otimização de sites para mecanismos de Busca

Janeiro 1, 2008

Introdução
Esse artigo visa mostrar de forma objetiva, com linguagem simples e não técnica os processos que os principais mecanismos de busca usam para encontrar seu site e classificar seu site. Com o uso crescente dessa ferramenta é cada vez mais importante conhecer esse canal de divulgação.

A Poderosa Mídia Internet
O uso da internet para campanhas de divulgação, fixação de marcas e produtos em geral já é uma ferramenta conhecida, consagrada e extremamente utilizada pelas agências de publicidade e empresas de marketing.
Inicialmente o que era um complemento para outras mídias hoje já é, em muitos casos, o principal canal de algumas campanhas. Dentre as muitas opções de disseminação de idéias na web, uma das mais utilizadas são os diretórios web ou mecanismos de busca.
O mais utilizado, talvez por ser o mais avançado em opções de divulgação, personalização e claro, popularização de acesso, é disparado o Google.

Entendendo o Google
Com a utilização cada vez mais crescente veio a necessidade de especialização. As agências e produtoras web descobriram que não bastava a arte bem feita, a criatividade ou a idéia bem construída na peça publicitária. Era preciso ser visto! E para isso conhecer a mídia, as opções de configuração técnica e saber cada vez mais sobre os processos dos mecanismos de busca.
Como o Google – ou principais diretórios de busca – encontram meu site, blog, hotsite ou campanha? Como eles classificam meu site? Como eles mostram meu site em suas listas?
Essas perguntas são feitas por empresários e profissionais de comunicação com o único interesse de obter o caminho das pedras para ser visto. A venda da imagem, produto ou idéia é sempre a meta final dessas perguntas.
E para responder a essas perguntas é preciso saber apenas uma coisa, como o Google lê meu site! Sim, para saber como o Google encontra, classifica ou mostra meu projeto web é preciso entender como o mesmo é interpretado por esses mecanismos, como meu site é lido ou se é passível de ser lido! Essa é a grande pergunta.

Se fazendo entender ao Google
Agora o jogo vira. Precisamos entender como o Google vê nossos projetos para nos fazermos ver. Precisamos saber como ele nos entende para nos fazermos entender. Só assim podemos fazer com que o site, hotsite, campanha ou blog seja catalogado em seu diretório e exibido da forma mais eficaz possível.
Com esse intuito foi criado por órgãos especializados e pelos próprios mecanismos de busca uma série de diretrizes e regras que servem para direcionar criadores e desenvolvedores para que, ao projetarem cada página, seja pensado de forma a serem lidos e bem interpretados pelas buscas.
Esse processo de melhoria de parâmetros, configurações, conjunto de regras e assessoria para sua utilização é chamado de SEO (Search Engine Optimizers). Saiba mais sobre SEO em: http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO

Conheça abaixo algumas das regras e sugestões de melhoria para otimizar seu site em relação aos sistemas de busca. Lembrando que esse é um resumo feito para profissionais não técnicos e se refere a otimização para as chamadas buscas orgânicas, aquelas feitas indexadas sem uso de campanhas pagas.

Uma boa empresa de desenvolvimento ou produtora deve oferecer consultoria para a maioria dos itens mais simples. Em outros casos mais complexos de projetos feitos a algum tempo é possível contratar a assessoria de empresas especializadas para fazerem essas melhorias.

Sugestões de Otimização de Códigos para Mecanismos de Busca

01. O Google não lê o FLASH
O Google ainda não consegue ler os parâmetros e conteúdos de um arquivo em flash. É infinitamente melhor ter uma página em texto e HTML – ainda que mais simples visualmente – do que ter uma página incrível em efeitos do flash mas que não é encontrada nem indexada pelos sistemas de busca.
Quando o site inteiro é feito em flash então o problema fica ainda pior. O ideal é que, se houver necessidade estética do uso do flash, que isso seja feito em partes e elementos do layout, mantendo o principal em HTML.
A Adobe – produtora do Flash – já está em estudos para melhorar a leitura de arquivos de flash pelo Google, mas enquanto essa novidade parece distante, o melhor é escolher o funcional ao visualmente requintado.

02. Saiba usar as Palavras Chave
Palavras Chave são metatags colocadas nos códigos da página, não visíveis ao leitor, mas interpretados pelos mecanismos de busca. Essa é uma das formas com a qual os mecanismos de busca podem ler os assuntos principais que seu site trata. São como resumos do seu site feitos através de palavras e termos simples que são cadastrados pelos robôs.
Um exemplo de uso das palavras chave é, no caso de uma empresa de ar condicionado, devendo usar as palavars calor, frio, ar condicionado, ventilador, verão, inverno, etc
O exercício é imaginar o que o usuário digitaria para encontrar a sua empresa nos sites de busca. Quanto mais conciso e objetivo melhor para que as palavras sejam bem cadastradas nos mecanismos. Essas palavras, juntas, devem conter em média 255 caracteres.

03. Meta Descrição
Com a mesma característica das palavras chave a descrição de seu site também é uma metatag incluída nos códigos das páginas para serem interpretados pelo Google. Quando se procura uma empresa nas buscas é bem provável que a lista de retorno mostre a descrição do site inclusa na metatag de descrição. Na maioria dos casos, se o site estiver bem estruturado, a lista irá retornar textos inclusos no próprio conteúdo. Faça um teste procurando no Google pela palavra “praxys”. O retorno será um texto de resumo incluso nos códigos do site.
A sugestão para esse resumo é de até 255 caracteres também. Se for possível é interessante que cada página tenha sua descrição além da descrição geral do site.

04. Atenção especial aos Títulos dos textos
Em áreas do site que contenham textos explicativos, artigos, notícias e demais conteúdos, o primeiro elemento que o Google procura é o título desse texto! Quanto mais explicativo e bem posicionado ele for, tanto melhor. Se nesses títulos houver palavras chave estratégicas relacionadas ao seu negócio a eficácia aumenta ainda mais. Lembre-se de verificar com sua produtora se os títulos estão sendo colocados dentro da tag h1!

05. O Google não vê sua imagem, ele lê
Uma imagem de um determinado produto, com uma foto bem tirada, ângulo bem pensado e um modelo ao fundo de nada adianta para o Google. É preciso que essa imagem também esteja contextualizada. Para isso uma técnica simples e pouco usada são os textos alternativos e nomes subjetivos. Toda a imagem de conteúdo de seu site deve ter um texto alternativo, aquele texto que aparece quando colocamos o mouse sobre a imagem. Esse texto deve ser o resumo da imagem.
O código para essa técnica é o “ALT”. Pergunte a sua produtora como isso pode ser incorporado ao seu projeto.
Outra opção muito simples é trocar os nomes abreviados por “em extenso”. Exemplo: Prefira “foto-notebook.jpg” a fotonot.jpg”. Prefira “imagem-quadro-de-flores.jpg” a img-quad-flo.jpg” e assim por diante.

06. Mapa do site
O mapa do site é um ótimo direcionamento para os mecanismos de busca encontrarem e indexarem todas as áreas de seu site. O mapa do site deve contar a navegação das seções de seu site, junto com link e pequena descrição de cada área. Também é importante implantar os códigos padronizados que fazem essa varredura e informam aos diretórios sobre essa estrutura.

07. Nomes dos arquivos e pastas
Ainda seguindo a idéia de que seu site precisa se fazer fácil de ler e interpretar, quanto mais subjetivo e descritivo as pastas e nomes de arquivos mais eficiente a indexação. Para as pastas prefira nomes por extenso aos nomes abreviados.
No caso dos sites dinâmicos, aqueles atualizados por gerenciadores de conteúdo a incrível facilidade da gestão pode gerar um complicador para o Google por conta das URLs (endereços) baseados em parâmetros e IDs. Mas isso não é problema se sua produtora estiver apta a converter essas extensões em URLs amigáveis. Fale com sua produtora para mais detalhes.

08. Menus e Links em texto
Como dito no início dessas dicas, os menus, banners e links em flash podem ser muito atrativos visualmente, mas são complicadores graves para os robôs indexadores que não lêem seu conteúdo. Por isso, na hora de planejar seu projeto, certifique-se que a produtora sugira opções para esses elementos em flash. A sugestão mais polêmica é cortar por inteiro os menus em flash, mas no caso de isso não estiver em consideração, a produtora pode incluir uma repetição dos links do menu feita em HTML e normalmente colocada no rodapé dos sites. Em alguns portais ou sites mais atuais você poderá ver esses menus do rodapé e já poderá entender seu motivo e importância. O ideal ainda é mesclar um site com poucos elementos em flash e maioria em html.
Usando esse complemento do menu secundário em html a produtora pode incluir uma descrição dos poucos arquivos flash na tag “EMBED”, pergunte a sua assessoria sobre essa opção para saber mais.

09. A posição das palavras também é relevante
Assim como nos conceitos de visualização e guau de importância que os olhos dão primeiro, estudados e conhecidos pelas agencias de propaganda, para os códigos a teoria é quase a mesma. Os mecanismos de busca dão maior importância de leitura para as palavras do início e fim dos códigos das páginas. Por isso um resumo de cada início de texto cai muito bem!

10. Texto em BOLD é texto em destaque
Saiba que ao usar textos em negrito (BOLD) você está indicando ao Google que esse texto é de importância ou relevância para resumir o conteúdo dessa área. Por isso sempre que colocar BOLD ou criar subtítulos entenda que o Google irá considerá-los em primeiro lugar.

11. Atualizações freqüentes são importantes
Os robôs de indexação fazem varreduras constantes na web a procura de novas páginas, sites e atualizações dos sites já existentes. Tanto para os robôs quanto para clientes e leitores é fundamental manter os conteúdos do site em constante atualização. Para isso você pode ter uma política de atualização bem organizada em períodos e também o auxílio de uma boa produtora e/ou sistema gestor de conteúdos para manter seu site sem atualizado e com novidades. Um site desatualizado é como uma revista velha, ninguém folheia novamente.

12. Clique aqui não deve ser o link
Evite também usar o famoso “clique aqui”. – ou coloque texto descritivo alternativo
Exemplo: Ao invés de [clique aqui] para baixar o documento. Prefira baixe o [documento] onde o link está na palavra documento. Não esqueça de colocar texto alternativo também para esse link.

E por fim, tome cuidado! Ao se preocupar tanto com os robôs de indexação de busca, alguns desenvolvedores fazem o caminho inverso exagerado. Não esqueça de, somado a essas técnicas, priorizar também o usuário. Opções de ampliação de textos, mapas de navegação, ícones claros, elementos em lugares sempre fixos são importantíssimos para melhorar a navegação. É preciso deixar o site igualmente otimizado para a usabilidade e compreensão do ser humano, objetivo final de qualquer campanha!

Para saber mais entre em contato com PRAXYS Produtora Web

Reinaldo Luz Santos
www.praxys.com.br